Minha saúde

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Bem, pessoal, passei por aqui para relatar uma melhora no meu estado geral.

1. Zumbido: melhorou um pouco, embora continue ainda lá dentro. O que realmente fez diferença é que acho que estou um pouco mais desencanado em relação a ele. Não estou ligando tanto. Pesquisei muitas coisas na internet, muita informação útil, mas também muito lixo, muita coisa absurda. Para quem está atormentado com esse problema, uma ótima dica: existe um instituto em São Paulo especializado na questão do zumbido, chamado Instituto Ganz Sanchez, que tem adotado diversas iniciativas para divulgar e tratar o problema do zumbido. Uma das mais interessantes é a TV Zumbido, um canal para divulgação de videos sobre palestras, entrevistas, estudos, pesquisas e curiosidades sobre o tema. Além disso, conversei com algumas pessoas que me relataram problemas semelhantes, com os quais convivem pacificamente. Já consegui, por exemplo, ler partes de um livro sem nem lembrar que a minha cabeça estava chiando.

2. Ansiedade: estou bem mais calmo. Isso ajuda muito. Sei que os remédios (como o Rivotril e o Frontal) estão fazendo seu trabalho de ma acalmar, mas já estou em negociação para começar a reduzir as doses e deixá-los. No geral, estou bem tranquilo (até demais). Super zen. Flutuando no ar. Há momentos em que eu me sinto quase feliz. Realmente, o Sr. Clonazepam e a madame Alprazolam fazem uma diferença enorme. Fizeram uma festa aqui na minha alma. Não é de se admirar que sejam tão viciantes. Mas, como são e muito, o negócio é ir saindo de fininho, fechando a porta do paraíso e apagando a luz.

3. Insônia: bem, isso ainda não foi totalmente resolvido. Tenho dormido um pouco melhor, mas ainda acordo no meio da noite (tipo 3 ou 4 horas da manhã) e depois não consigo mais pegar no sono novamente.

4. Ouvido tapado: melhorou muito. Ainda sinto uma pequena diferença de pressão entre o direito e o esquerdo. Vou fazer nova audiometria amanhã e retorno ao otorrino para nova avaliação e provavelmente mais exames. Ele me passou um “colírio” (otosynalar) para pingar no ouvido. Ele havia detectado que meu tímpano esquerdo estava com uma leve rigidez e não se flexionava bem para dentro quando ele soprava ar no canal auditivo. Na manobra de Valsalva (quando se enche o pulmão de ar, tapa-se o nariz com os dedos e tenta-se fazer força para o ar sair pelo nariz tapado), o tímpano flexionava bem para fora.

No trabalho, estou bem, sem nenhum problema ou dificuldade. Além disso, já contactei um psicólogo e vou iniciar uma terapia, uma vez por semana. Depois forneço mais detalhes. Isso deve me ajudar a organizar melhor as coisas aqui na minha cabeça barulhenta.

Independente dessa “crise”, eu costumo aproveitar o início do ano para fazer exames sistemáticos. Então, já marquei com um endocrinologista, um cardiologista e um urologista. Tireoide, coração e próstata, o trio ternura. Além disso, lá para março, quando completo um  ano sem o meu balãozinho, volto ao Dr. Lucas “Balão” Seixas, para fazer uma endoscopia e ver como anda meu estômago e adjacências, já que eu tenho refluxo gástrico e tinha (para onde ela foi, não sei) uma hérnia hiatal.

Além disso, não estou me descuidando (muito) da dieta e da atividade física. Claro que estou um pouco errático, diria meio aos trancos e barrancos, mas não estou me permitindo desistir, não. Estou tocando o barco, mesmo com uma ou outra remada fora de compasso, mas pelo menos eu o estou mantendo acima da água.

Dias melhores virão, com certeza.

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