Colo de mãe

Colo de mãe

Essa parte de minha viagem, eu denomino de “colo de mãe”. Como eu moro em Brasília e meus pais moram no Rio e eu não viajo com frequência, a gente fica às vezes um bom tempo sem se ver. Desta vez foram quase dois anos sem contato pessoal, apenas via msn.

Então, sempre que eu vou ao Rio, gosto de ficar um bom tempo com eles, fazendo aquelas pequenas coisas, como fazer compras no supermercado juntos, ficar assistindo à minha mãe jogar buraco pela internet, levar alguns filmes que eu já vi trocentas vezes para assistir mais uma vez com eles, ficar xeretando na cozinha enquanto minha mãe prepara o jantar para ver se aprendo alguma coisa, embora eu seja uma negação na arte culinária, observar meu pai consertando coisas, embora eu também seja uma negação nos ofícios manuais.

Muito embora eu não me identifique com nada disso, acho importante estar lá presente, nem que seja apenas como testemunha, como companhia. acredito que uma das coisas mais importantes que temos para compartilhar é nosso tempo, nossa atenção, nossa presença.

Meus pais estão muito animados com a reforma da casa, então curtir esse novo ambiente junto com eles é muito bom. Sei que eles não vão estar comigo para sempre, então toda vez que eu tiver a oportunidade de estar com eles, vou aproveitar. O “sobrado” está ficando no jeito, agora com os móveis chegando. Ainda há obras a fazer, mas pelo menos a casa está habitável. A grande vantagem é que meus pais podem ver o movimento da rua lá no segundo andar e isso ajuda a distraí-los mais um pouco.

No final da semana passada (domingo, dia 20/5), o tempo melhorou e fomos almoçar em Cabo Frio. Primeiro, fomos comer umas entradinhas em um restaurante bem rústico, Restaurante da Ponte, situado em cima do Mercado Municipal de Peixes, na entrada (ou saída) de CF (bairro Jacaré). Pedimos umas casquinhas de siri e uma porção de camarão à alho e óleo. O camarão estava muito bom; a casquinha, nem tanto. Tudo isso regado a cervejinhas bem geladas. Vejam algumas fotos de lá:

Depois fomos ao restaurante Tia Maluca, que fica na Boulevard Canal, polo gastronômico da cidade e comemos mais uma rodada de casquinhas de siri, dessa vez estavam melhores, e almoçamos uma moqueca de camarão VG, com camarões gigantes, os maiores que eu já vi na vida, pareciam lagostas de tão grandes. Eu curto muito o clima do Tia Maluca.

A semana transcorreu tranquila, quase sem novidades. O tempo firmou, embora esteja fazendo frio, principalmente de madrugada. Na quarta-feira, fui dar um passeio a pé pela orla de Araruama e fiz essas fotos:


Ontem à noite, sexta-feira, fomos a um complexo de lazer que tem aqui perto, na Rodovia Amaral Peixoto, km 85, saída de Araruama, chamado Shopping Gigi. Um shopping horizontal, aberto, ao ar livre. Na verdade, uma praça com vários bares e restaurantes em volta. Costumava ser uma opção para se tomar uma cerva gelada e comer uma pizza de bacalhau, assistindo a um cantor ou uma banda tocar em um gazebo na praça. Sentimos um clima meio decadente por lá, com os restaurantes que costumávamos frequentar fechados ou substituídos por outros mais populares. Havia um cantor, por sinal com um bom repertório de mpb e internacional, que salvou a noite. Comemos uma tal de “calafrita” (calabresa com batata frita) que estava muito ruim. Uma pena, pois eu curtia aquele clima meio pé sujo do local, tinha um certo charme. Hoje, está apenas sujo e, para mim, perdeu o charme.

Amanhã, se o tempo ajudar, vamos dar uma voltinha em Arraial do Cabo. Inté.

O tempo melhorou

O tempo melhorou

O tempo melhorou um pouco. Hoje não choveu e fez um sol tímido. Ainda está muito frio, mas só o fato de não chover já é um grande prêmio.

Hoje, chegaram os sofás da sala de 3 e 2 lugares que minha mãe havia comprado. Bom, agora já dá para assistir a um filmezinho sentado com mais conforto. Chegaram também alguns outros móveis, mas eles têm de ser montados, o que deve ocorrer ao longo da semana. Segunda-feira deve chegar uma mesinha de jantar de 4 lugares. Aos poucos, o andar de cima está ficando mais habitável.

Estou lendo um livro chamado “Linha do Tempo”, de Michael Crichton (Ed. Rocco, 2000), e estou gostando muito.

A orelha assim o descreve:

“Este empolgante romance se abre no limiar do século XXI, É um mundo de avanços explosivos nas fronteiras da tecnologia. Informações se deslocam instantaneamente entre dois pontos, sem fios nem redes. Computadores são construídos a partir de simples moléculas. Qualquer momento do passado pode ser visitado – e um grupo de historiadores pode adentrar, literalmente, a vida na França feudal do século XIV.

Imagine os riscos de uma jornada dessas.

O autor não nos oferecia uma aventura assim desde O parque dos dinossauros. Aqui ele combina a ciência do futuro – o campo emergente da tecnologia quântica – com as realidades complexas do passado medieval. Numa narrativa de tirar o fôlego, Linha do Tempo nos leva a um reino de suspense e perigos inesperados, subvertendo nossas concepções básicas do que é possível.”

Amanhã, se fizer um dia se sol, vamos almoçar em Cabo Frio e aproveitar para dar um passeio por lá e tirar umas fotos.

Até mais.

Águas de maio

Águas de maio

Bem, depois de três dias maravilhosos na cidade igualmente adjetivada, curtindo belos dias azuis de sol pleno, mas com temperatura amena e civilizada, em um hotel confortável que tornou a experiência extremamente agradável, finalmente chegou o momento de partir para a segunda etapa de minha viagem: a região dos lagos.

Como já mencionei, meus pais possuem uma casa na cidade de Araruama, que é uma cidade de 112 mil habitantes (dados do Censo do IBGE de 2010), situada às margens da lagoa de mesmo nome, distante 122 km da cidade do Rio de Janeiro. É uma cidade que já foi muito boa, mas anda meio decadente. Uma coisa, no entanto, se destaca. É uma cidade relativamente tranquila, onde é possível se passear a qualquer hora do dia ou da noite sem se preocupar em ser assaltado ou coisa parecida. É daquelas cidades em que se pode deixar a casa aberta ou estacionar o carro sem trancar as portas. Claro que não fazemos isso, mas vemos muitas pessoas fazendo. Violência existe e há crimes, mas são sempre exceções. Ainda não virou rotina, como em outras cidades. Por isso, gosto dessa cidade.

Passei parte da minha infância aqui, curtindo as águas calmas da lagoa, o estilo de vida de uma cidade que era uma mistura de cidade do interior com uma vila de pescadores: simples, humilde, modesta. O fato de ser porta de entrada para outras cidades mais agitadas ou glamurosas, como Cabo Frio, Arraial do Cabo, Saquarema e Búzios, também tornava Araruama uma cidade diferente de uma cidade provinciana do interior. Sempre houve muitos turistas por aqui e isso dava um ar mais cosmopolita à cidade. Muitos barzinhos, quiosques ao longo da orla e das pracinhas.

A casa de Araruama era usada originalmente como casa de praia, mas à medida em que a violência no Rio de Janeiro foi ficando insuportável, eles foram passando cada vez mais tempo em Araruama e a casa do Rio acabou virando a casa “backup”.

Bem, mas voltando à viagem, a previsão inicial era eles me pegarem no hotel no sábado na hora do almoço para a gente poder comemorar o dia das mães adiantado em um restaurante de que gosto muito lá no Rio chamado o Rei do Bacalhau. É um restaurante na zona norte, no bairro do Encantado, que faz um bacalhau bem saboroso, além de ter um bolinho de bacalhau muito bom. Um restaurante sem a sofisticação de um Antiquarius no Leblon, mas bastante competente e com bom preço. Outro restaurante de bacalhau no mesmo estilo BB (bom e barato) é o Adegão Português, no bairro de São Cristóvão. Fica a dica.

No entanto, eles me pegaram lá no hotel e resolveram passar na casa do Rio para pegar umas coisas para levar para Araruama e se enrolaram um pouco. Saímos de lá umas 16 horas e já não dava mais para ir almoçar. Resolvemos, então, ir direto para Araruama sem almoçar mesmo. Meu pai não gosta muito de dirigir de noite – eu também não – e a viagem até Araruama dura, com eles, de duas horas a três horas.

Araruama pode ser muitas coisas, mas um paraíso gastronômico certamente não é. Há até um ou dois self-services competentes, mas restaurantes à la carte não há nenhum que preste. Para se comer bem, quer seja carne ou frutos do mar, deve-se ir a outro lugar, como, por exemplo, Cabo Frio ou Búzios. Até Arraial do Cabo, com 26 mil habitantes, possui melhores restaurantes que Araruama. Uma lástima!

Na saída da cidade, tem um complexo de lazer chamado Gigi. Tem umas boates, uns bares até bem transados, uma pracinha com música ao vivo, lanchonetes, uma pizzaria que assa uma redonda que eu classificaria como “dá pro gasto”, principalmente se você já tiver bebido bastante antes. A gente costuma comemorar algumas datas por lá e então combinamos de comemorar o dia das mães lá na pizzaria.

Só que nos esquecemos de combinar com São Pedro. Está chovendo desde domingo, tempo fechado, nublado, nuvens negras ameaçadoras no céu. Não são apenas as águas de março que fecham o verão. As águas de maio também fecham a nossa paciência e elas vieram acompanhadas de uma frente fria que tornou o clima da ensolarada Araruama algo glacial. Então, com esse tempinho ártico, resolvemos não sair para comemorar o dia das mães e fizemos isso em casa mesmo, vendo televisão.

Aqui temos um problema de enchente do rio Mataruna, que corta parte de Araruama. A casa fica próxima ao rio e quando chove muito ele transborda e alaga todas as casas da região. Esse foi um dos motivos dos meus pais terem construído um segundo andar na casa, para não ter de se preocupar muito com eventuais enchentes. Mesmo quando não chove muito, a rua fica intransitável, por causa da lama que se acumula na porta.

Quanto à reforma da casa, ela está quase terminada, mas ainda faltam alguns serviços na parte de baixo e detalhes de acabamento. Estamos também aguardando a chegada dos móveis da sala, que devem chegar na semana que vem. Quando chegarem, a sala vai ficar mais confortável e aconchegante.

A previsão do serviço de meteorologia é que o sol apareça talvez sábado. Tomara que sim, pois essa chuva está me deixando meio deprimido. Frio eu não me importo muito, até gosto, mas chuva, eu odeio. Tenho vontade de ficar na cama deitado o dia inteiro, coberto da cabeça aos pés. Ainda bem que eu trouxe um livro para ler.

Mas, o objetivo principal desta etapa da viagem era passar um tempo com os meus pais que não vejo há algum tempo. Então, estou fazendo a minha parte.

É isso aí. Espero que São Pedro ajude e mande alguns dias de sol, para que a cidade fique mais florida, movimentada e com uma cara mais alegre.

Até mais.

O Rio de Janeiro continua lindo

O Rio de Janeiro continua lindo

Olá, honoráveis amiguinhos.

Estou aqui no Rio de Janeiro, cidade maravilhosa.

Passei de quinta-feira até sábado em um hotel muito bom em Copacabana, o Porto Bay Internacional. O tempo ajudou bastante, pois fez um belo sol nos três dias em que passei lá.

Eu nasci carioca de subúrbio e o meu sonho, quando era menino, era morar na zona sul e especialmente em Copacabana. Leblon e Ipanema eram bairros totalmente fora do meu imaginário à época. Mesmo hoje, quando eu penso em zona sul, penso em Copa. Aliás, uma das coisas com que sempre sonhei e nunca fiz é passar a noite de reveillon e assistir à queima de fogos em um hotel na Av. Atlântica. Ainda pretendo realizar esse sonho.

Aproveitei para colocar em prática o meu novo estilo de vida e acordei os três dias em que passei lá às 7 da manhã para dar uma caminhada básica de uma hora pelo calçadão de Copacabana, antes de voltar ao hotel e pegar o café da manhã caprichado e de tarde ainda dar uma malhadinha na academia do hotel, que ficava no 21º andar com uma vista privilegiada da orla.

Claro que estamos no Rio de Janeiro e apesar de ter passado esses meses todos sem beber cerveja, não dá para imaginar férias em uma cidade praiana sem um chopinho bem tirado. Ainda mais no Rio. Então, eu aproveitei para lavar a égua nas Devassas cariocas: ruivas, loiras, negras e sararás. Eu sabia que na próxima etapa, com meus pais em Araruama, eu iria acabar quase retornando à minha rotina brasiliense.

Desta vez, eu aproveitei para conhecer restaurantes simples e bem elogiados. Aqueles frequentados por cariocas no dia a dia, em oposição aos projetados especificamente para turistas. Nada contra os turísticos, onde geralmente se tem uma bela vista e um ambiente mais sofisticado, mas há um certo charme naquela comida surpreendentemente boa e barata. Consultei alguns blogs e selecionei duas opções próximas de onde eu fiquei hospedado.

Uma delas é uma galeteria (adoro galeto), que é considerada uma das melhores do Rio, em um ambiente bastante simples e aconchegante, embora fique lotado nos horários de pico. Como eu fujo de casas lotadas, procuro sempre ir a restaurantes em horários mais tranquilos. O nome do local é Galeto Sat’s, na Rua Barata Ribeiro nº 7. Comi um galeto com limão, acompanhado de uma farofa de ovos e uma de arror branco. Estava realmente uma delícia, o frango no ponto certo, bastante suculento e não aquela coisa esturricada de muitos galetos.

Outra dica, reforçada também pela equipe de recepção do hotel, foi o restaurante Shirley, que fica na rua Gustavo Sampaio nº 610, no Leme. Eu já tinha ido lá uma vez há alguns anos e posso dizer que é uma casa muito boa. Novamente, aquele ambiente simples, familiar, aconchegante, com um garçom, chamado Francisco, que “se vira nos trinta” para satisfazer o cliente, que participa, sugere, ouve atentamente, tenta adivinhar o gosto do freguês, se multiplica para atender bem a todos. Eu comi uma paella marinera – de frutos do mar -, que estava muito, muito boa mesmo. O prato é para duas pessoas, mas se você pedir com jeitinho, eles fazem meio prato, para um. No caso da paella, o meu meio prato eu ainda dividiria tranquilamente com outra pessoa. Muito bem servido. E estava deliciosa. Acompanhada de uma meia garrafa de branco chileno.

Na sexta-feira à tarde, fui dar uma volta pela orla, desde o Leme passando por Copacabana, Arpoador, Ipanema e Leblon. Uns 12 quilômetros de caminhada à beira mar. Uma delícia. E para refrescar, uma parada no barzinho que eu considero a “cara” do Rio de Janeiro (junto com o Garota de Ipanema): o Bracarense, na Rua José Linhares nº 85, Leblon. Adoro o jeitão e o ambiente daquele boteco, sem contar os tira-gostos e o ótimo chopp.

Para concluir em alto estilo carioca, na madrugada de sexta para sábado, após uma “breve” passagem de algumas horas pelo Devassa, fechei a noite no bar Cervantes, comendo no balcão um dos seus tradicionais sanduíches de pão com pernil e abacaxi, que estava uma delícia e jogando conversa fora com outros frequentadores notívagos.

No sábado, meus pais vieram me pegar para irmos à Araruama, onde eles têm casa, mas isso é assunto para o próximo post.

Pirenópolis

Pirenópolis

Pessoal,

estou aproveitando um final de semana maravilhoso aqui em Pirenópolis. Para quem não conhece, é uma cidade histórica há uns 150km de Brasília e 120 km de Goiânia. É uma cidade encantadora, cheia de charme, tranquila, gostosa de caminhar a pé pelas suas ruas de paralelepípedos e possui uma noite relativamente agitada. O tempo nessa época do ano favorece esse tipo de passeio, pois por aqui está um belo dia ensolarado, sem uma nuvem no céu. Para quem gosta de cachoeiras (estão na moda agora em Brasília… rssss), tem ótimas opções por aqui. Não é o meu caso, prefiro passar a manhã em uma piscina de hotel ou pousada ou em um barzinho à beira da praia. Sou muito fresco e gosto de conforto, de boa infra.

Estou de férias e é a primeira etapa de algumas viagens que estão na minha “to do list”. Depois vou ao Rio, visitar meus queridos pais e passar um tempinho agradável com eles, chieo de novidades para contar, após o meu emagrecimento e o surgimento do Geraldo versão 2.0.

Os pais estão também cheios de novidades, pois reformaram a casa, construindo um segundo andar. Agora é um sobrado, que chique. Eu ainda não tive a oportunidade de ver a obra pronta. Quer dizer, pronta, pronta, ainda não está, pois vocês sabem como são as reformas, né? Elas possuem data para começar, mas o término é imprevisível. Bem, um dia termina. Já estão nos retoques finais, o acabamento, e esses é que são fatais, pois levam uma eternidade. Sempre tem mais um retoque para fazer. Mas, com reforma ou sem reforma, será um período muito agradável, de passeios com eles.

Além disso, eu adoro a região dos lagos, onde eles estão morando. Tem Cabo Frio, Arraial do Cabo, Búzios, Saquarema e outros lugares legais, com praias lindas e barzinhos charmosos na orla. Meus pais moram em Araruama que fica perto disso tudo, além de ser ttambém uma cidade bastante agradável e tranquila.

Após esse mês lá no Rio, antes de voltar a Brasília, darei um pulinho lá pelas bandas de Gramado. Eu nunca fui lá e só ouvi coisas boas de todos que já foram. Devo passar uma semana por lá, curtindo a serra gaúcha, conhecendo as vinícolas, a fábrica de chocolate, os restaurantes de fondue, o café colonial… para! Bem, eu vou aproveitar, pois afinal estou de férias, mas já estou um pouco preocupado em não exagerar (muito, né, pois um pouco de exagero é permitido).

Não sei ainda como vou me pesar nesse período de esbórnia total. Ah, viva a esbórnia! Mas vou pensar em alguma coisa para manter os meus posts de sábado. Eles me ajudam a me manter focado e nada como fazer um post à beira de uma piscina, com um dia absolutamente perfeito, tomando uma água mineral (quem te viu e quem te vê, heim?).

Então, para essa semana, eu fui prevenido e me pesei ontem e guardei na máquina fotográfica para postar aqui agora. Assim, sem mais delongas, vamos ao peso da semana.

69,7 kg em 05/05/2012

Paz e que a força esteja conosco, sempre!

Feriadão

Feriadão

Semana de feriadão, heim? Brasília está muito tranquila. Muita gente viajou. Amanhã, segunda-feira, tenho certeza de que o trânsito estará uma maravilha. Cidade vazia, trânsito fluindo bem, uma belezura. Faz um tempinho que eu não viajo. Em maio agora, vou tirar o atraso e visitar meus pais. Afinal, maio é mês das mães, não? Então, ela merece.

Mais uma semana se passou e o meu peso continua na faixa de 69 a 71kg. Estou deixando uma folga para poder aproveitar melhor a viagem. Não que eu pretenda me empanturrar ou me embebedar, mas é bom poder relaxar um pouco de vez em quando. Na semana que vem, eu falo mais sobre essa viagem.

É isso. Até lá.

69,4 kg em 28/04/2012

Bom feriadão para todos. Cuidado nas estradas, heim?

Peso da semana

Peso da semana

Volto aqui para postar o meu peso da semana.

Estou participando de um programa lá no meu trabalho chamado “tá na mesa”, que oferece dicas, ao longo do ano, sobre alimentação correta. É mantido pela equipe de nutrição de lá. Já existe há alguns anos, mas agora eu resolvi participar. Periodicamente, são feitas algumas medições, incluindo as frações corporais via bioimpedância. Em cada aula é abordado um tema, como café da manhã, lanches, almoço e jantar, ingestão de líquidos, alimentos in natura e processados, principais grupos de alimentos, etc.

Vamos ao peso, então.

69,8 kg em 22/04/2012

Paz e que a força esteja conosco sempre!

Pesagem da semana

Pesagem da semana

Depois de amanhã faz um mês que eu retirei o balão.

Eu estou seguindo uma dieta básica de manutenção, mas ela não é rígida e estou mais é me baseando nas orientações gerais dadas pela minha nutricionista. Estou comendo quase tudo, mas com moderação. Antes, eu cheguei a ter o hábito da pizza na sexta, feijoada no sábado e churras ou massa no domingo. Praticamente em todo final de semana. Durante a semana, eu ainda ia umas 2 ou 3 vezes jantar fora ou passar em um barzinho depois do expediente para tomar uma geladinha com um frango a passarinho, uma porção de pastéis, uma linguiça de formiga ou um provolone à milanesa. Normalmente sozinho, então já viu que as porções que já eram generosas para dois acabavam sendo exageradas para um só.

Essa rotina se alterou radicalmente. Eventualmente, vou a um restaurante, mas é eventualmente mesmo e até agora ainda não senti o gosto de uma feijoada ou de um rodízio de pizza. Faço minhas refeições de 3 em 3 horas e estou bebendo bastante água entre as refeições, em um total de 2 a 3 litros por dia. Estou praticando atividade física, mas confesso que ando meio relapso. De qualquer forma, diferentemente das tentativas anteriores, dessa vez eu estou seguro de que ela é importante e, mesmo que eu falte a alguns treinos e faça um pouco de corpo mole às vezes, eu não vou abandoná-la.

Então, posso dizer que está valendo a pena e vou continuar nesse caminho.

Vamos, então, à pesagem da semana.

69,5 kg em 14/04/2012

É isso, pessoal. Até mais.

Geraldo.

Como é definida a data da Páscoa

Como é definida a data da Páscoa

Olá, pessoal!

Primeiramente, desejo uma ótima páscoa para todos e que ela possa ser curtida ao máximo junto das pessoas amadas. Também essa é a época do ano perfeita para se arranjar uma ótima desculpa para se comer chocolate que, convenhamos, é uma das melhores invenções da humanidade, depois da roda. :-)

A minha amiga Tatiana me enviou outro dia um texto encontrado na internet sobre a fixação das datas da páscoa e do carnaval. Se você é como eu e tem curiosidade de saber como as datas da páscoa e do carnaval são definidas, continue lendo.

Bem, segundo informações constantes da wikipedia, a páscoa é um evento religioso cristão com o objetivo de celebrar a ressurreição de Jesus Cristo no domingo, após sua morte por crucificação, ocorrida na sexta-feira imediatamente anterior. Também tem origem na celebração judaica do Pessach (passagem em hebraico), relacionada com as 10 pragas do Egito. Na última delas, disse Moisés que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria matar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro sacrificado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.

Apesar de ser uma data muito importante para as religiões cristãs, muitos de seus costumes originam-se dos festivais pagãos da primavera. A associação dos ovos com a páscoa, por exemplo. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada (claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.

É muito interessante e bastante comum essa fusão de rituais pagãos com as celebrações religiosas judaico-cristãs, mas e sobre a data da páscoa?

Bem, ela tem relação com a primavera (no hemisfério norte), que é a estação do ano mais celebrada nos rituais pagãos. A primavera – e as demais estações do ano -, por sua vez, tem a ver com a posição da terra durante seu movimento de translação ao redor do sol. Como o eixo da terra é inclinado em relação ao sol, o ângulo de incidência dos raios solares em um mesmo local varia de acordo com a época do ano. Assim, dois termos são usados para identificar essa posição: solstício e equinócio.

O equinócio (em latim, significa noite igual) corresponde ao momento do ano em que a duração do dia é igual a da noite sobre toda a Terra. Nesse momento, os raios solares incidem verticalmente sobre o equador. Ele ocorre duas vezes ao longo do ano: uma em março e outra em setembro. Em março, ocorre a primavera no hemisfério norte e o outono do sul. Em setembro, a situação se inverte. O solstício (em latim, significa sol estacionado) corresponde ao momento em que os raios solares estão em sua inclinação máxima no equador e perpendiculares aos trópicos de câncer ou capricórnio. Isso ocorre em junho e dezembro. Em junho, é verão no hemisfério norte e inverno no sul. Em dezembro, a situação se inverte. No post de amanhã, eu falarei um pouco mais sobre esse fascinante tópico.

Em 2012, temos as seguintes datas e horas em que ocorrerão esses eventos (as datas para outros anos podem ser obtidas aqui):

Ano Equinócio
Março
Solstício
Junho
Equinócio
Setembro
Solstício
Dezembro
2012 20 05:14 20 23:09 22 14:49 21 11:11

A páscoa, então, é fixada no primeiro domingo após a primeira lua cheia após o equinócio de março (primavera no hemisfério norte ou outono no hemisfério sul). Para sabermos as datas das luas, poderemos recorrer a um calendário lunar.

Abril – 2012
Se Te Qu Qu Se Do
1
2 3 4 5 7 8
9 10 11 12 14 15
16 17 18 19 20 22
23 24 25 26 27 28
30

 = Lua cheia  = Lua nova  = Primeiro quarto, crescente  = Último quarto, crescente

Vamos calcular, como exemplo, a data da páscoa de 2012. O equinócio de março de 2012 ocorreu no dia 20/3. A primeira lua cheia após essa data é dia 6/4. O primeiro domingo após esse dia é 8/4, amanhã, domingo de páscoa. CQD (Como Queríamos Demonstrar – ou QED, em latim).

Para calcular a data do carnaval, devemos considerar o conceito de quaresma. Segundo os pergaminhos sagrados da wikipedia, :-) a quaresma quer dizer a ida de Jesus ao deserto e o jejum que ele fez por 40 dias e 40 noites A quaresma tem seu inicio na quarta-feira de cinzas. Porém, deve-se considerar que o tempo de quarenta dias da quaresma não inclui os domingos, pois, de acordo com o cristianismo, o domingo já é dedicado como o dia do Senhor.

Dessa forma, tomando-se como base a data do domingo de páscoa de 2012 (8/3) e retrocedendo-se 40 dias, pulando os domingos, chegar-se-á na quarta-feira de cinzas (22/2). O próprio domingo de páscoa não deverá ser incluído no cálculo.

É isso. Vou registrar aqui o meu peso na páscoa.

70,3 kg em 07/04/2012

Então, até o próximo post e, mais uma vez, FELIZ PÁSCOA para todos!

Nutricionista

Nutricionista

Nessa semana, eu retornei à nutricionista para pesagem e obtenção da dieta de manutenção. Eu resolvi inovar um pouco e preparei uma dieta com base no que eu estou comendo atualmente para que ela fizesse uma análise e ajustasse o que fosse necessário. Normalmente, a dieta que ela passa contém “trocentas” opções para cada uma das refeições. No entanto, devido às minhas peculiaridades (solteiro, sem muitas habilidades culinárias, diarista que vem uma vez por semana e prepara jantar para a semana toda, almoço no self-service do trabalho, ida ao supermercado uma vez por semana ou a cada duas semanas, etc.), não dá para seguir a dieta diversificada e multifuncional que ela prescreve.

Então, eu achei melhor trabalhar com base na minha realidade alimentar, fazendo os devidos ajustes. Assim, ela me passou diversas dicas sobre o preparo e a conservação dos alimentos, sobre possíveis substituições e alternativas, sobre o que eu deveria privilegiar antes e depois da atividade física e no período da noite. Uma dica boa que ela deu foi não deixar os alimentos muito tempo na geladeira – a diarista prepara a comida da semana na terça e deixa na geladeira e eu ia consumindo no jantar até sexta, mas às vezes até mesmo sábado ou domingo. Ela me disse que, mesmo que a comida não estrague, ela vai desenvolvendo bactérias que podem causar mal à saúde no longo prazo. O ideal seria congelar parte da comida preparada e não passar de 3 ou 4 dias com a comida na geladeira. Infelizmente, nem todas as preparações podem ser congeladas ou não ficam boas depois de congeladas, como as verduras e a salada de frutas.

No caso da salada de frutas, que quebra um galhão, ela recomendou não deixar na geladeira mais do que um ou no máximo dois dias. Eu consumia a salada preparada na terça muitas vezes até no sábado. O problema é que a salada de frutas fica meio pastosa após o descongelamento. Uma possibilidade seria consumir uma parte da salada na terça e quarta, usando-a em várias refeições (desjejum, um dos lanches da tarde, lanche da noite), com granola ou aveia, e congelar a outra, consumindo-a nos demais dias, batida no liquidificador como suco. Vou experimentar para ver como fica.

Bem, hoje é dia de pesagem. Estou conseguindo manter o meu peso ligeiramente abaixo dos 70kg, o que é ótimo.

69,5kg em 31/03/2012

É isso. Um ótimo final de semana para todos.